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Kátia Flávia
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A Viagem: Alexandre toma corpo de Téo e tenta estrangular Lisa

Espírito vingativo assume o corpo do rival e quase tira a vida da ex-namorada

Kátia Flávia

04/09/2025 14h30

Espírito vingativo assume o corpo do rival e quase tira a vida da ex-namorada

O clima de romance entre Lisa e Téo em Paraty se transforma em pesadelo no capítulo de A Viagem desta quinta-feira (4). Ainda tomado pela sede de vingança, Alexandre não descansa nem depois da morte de Otávio e volta a assombrar quem cruzou seu caminho. A nova vítima de sua fúria é justamente sua ex-namorada.

Enquanto aproveita dias tranquilos de férias ao lado de Téo, Lisa relembra antigos momentos do relacionamento com Alexandre, sem imaginar o que está prestes a acontecer. Durante a conversa no quarto do hotel, Téo é tomado pelo espírito do inimigo e parte para cima dela com rancor:
“Você não teve pena do Alexandre, foi pura traição”, dispara possuído.

Téo parte pra cima de Lisa, influenciado por Alexandre.

Sem compreender de imediato a situação, Lisa retruca:
“Engraçado você dizer isso, você nunca defendeu o Alexandre, aliás você e o Raul, ele sempre falava que tinha três inimigos na vida dele que era você, o Raul e o Otávio”.

Mas o espírito não alivia:
“É verdade e você também é inimiga, sua traidora, vagabunda”.

Alexandre continua revoltado com Lisa.

Nesse instante, Lisa entende que Alexandre está no controle do corpo de Téo. O espírito a acusa com ódio:
“É bom você me chamar de Alexandre mesmo, eu não aguentava mais você me chamando de Téo. Traidora, vagabunda”.

Em seguida, ele parte para o ataque. Alexandre, usando o corpo de Téo, coloca as mãos no pescoço da ex-namorada e tenta enforcá-la. Desesperada, Lisa pede clemência, recordando que tentou ajudá-lo quando estava preso, mas que precisou se afastar por medo de suas ameaças de vingança.

Antes de abandonar o corpo do rival, Alexandre deixa escapar a confissão de seus sentimentos:
“Eu te amava, eu te amava”.

Em choque, Lisa implora que Téo vá embora com ela. O rapaz, atordoado, começa a desconfiar de que fez algo terrível sem perceber, sem imaginar que foi manipulado pelo espírito do inimigo.

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