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Camila Jun fala sobre projeto de LIVEs por locais icônicos e históricos de Brasília

“Nasci em uma família super musical e todo encontro virava uma grande pista de dança”

Representando sua origem brasiliense, a DJ e produtora Camila Jun conversou com o Jornal de Brasília e contou tudo sobre seu projeto de live sets gravados nas arquiteturas mais icônicas e históricas da capital como Eixão, Museu da República e Concha Acústica.

Além disso, a DJ que cresceu em um ambiente familiar muito musical, compartilhou conosco como transformou essas referências musicais em arte e também contou as novidades que podemos esperar, tanto em suas produções como nas pistas que em breve Camila Jun lotará. Confira!

Camila de Jun: um dos nomes mais quentes no cenário eletrônico aqui de Brasília! Como aconteceu o seu encontro com a música eletrônica?

Nasci em uma família super musical e todo encontro virava uma grande pista de dança. Cresci ouvindo brasilidades, Soul e muita Disco Music. Com o passar do tempo, essa herança musical me levou a frequentar muitas festas e festivais, constantemente pesquisando DJs e produtores. Sempre tive certeza que gostaria de trabalhar com música, arte e cultura, e por isso, inclusive, fui bailarina por mais de 10 anos. O movimento de querer ser DJ veio naturalmente, junto com a profissão de produtora cultural. Passei a ouvir muita House Music e comecei a juntar com todas as minhas referências, principalmente a Disco, e assim veio a certeza de que queria tocar isso. 

Se destacar nesse cenário, principalmente sendo uma mulher, é algo difícil. De fato, é necessário correr atrás e definir o seu produto como algo único. Como você definiu a sua identidade sonora?

Acho que a herança musical que absorvi da Disco Music me levou a construir uma identidade mais própria, bem característica da minha verdade e do que eu amava. Não era tão comum, ao menos aqui em Brasília, ver uma DJ tocando Disco House, Nu Disco, Soulful e afins, dentro da cena da música eletrônica. E quanto mais eu tocava isso, mais eu me encontrava e mais singular meu posicionamento era. 

Você apresentou ao público seu projeto de lives nas arquiteturas mais icônicas de Brasília. Como se sente ao mostrar para o mundo as suas origens e a cultura da sua cidade?

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Acho que como artista, de alguma forma, a gente tem vontade de ser do mundo, dos grandes centros, de onde a cena pulsa e acontece de forma mais enérgica. Porém, ter coragem de não ser mais um na multidão e de criar projetos incríveis enaltecendo suas origens, também traz sentido à trajetória do artista. Eu me senti livre e forte criando esse projeto, pois pude perceber que posso ser do mundo e também falar do meu lugar de origem, sem perder a criatividade. 

De todos esses locais, qual foi o mais especial e porquê?

Ter gravado no Eixão e no Museu da República foi incrível, mas a sensação de ter gravado na Concha Acústica, em um grande palco ao ar livre, destinado à arte e à cultura foi muito forte e significativo, especialmente por ter acontecido em um momento onde ainda estamos com restrições de eventos aqui no Brasil, a saudade de estar em um palco é grande. Assim, ter gravado lá foi especial nesse sentido também. 

As suas referências do House Music estão muito presentes nos seus live sets. Além desse estilo, quais outros te inspiram?

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Apesar de tocar House Music profissionalmente, sempre fui muito eclética em minhas experiências e pesquisas. Sempre frequentei diferentes lugares e sempre fiz questão de escutar muita coisa. Brasilidades, Soul, Soulful, Disco, R&B, Hip-Hop e tantas outras vertentes, de alguma forma, me abrem a cabeça e me inspiram a evoluir profissionalmente. 

Sabemos que você investiu no ramo de produção e em breve lançará músicas autorais. O que podemos esperar dessas produções? 

Esse ano consegui colocar essa vontade em prática e começar a produzir. Com certeza serão tracks que trazem a minha verdade e o que eu amo dentro da House Music. Vocais, grooves e boas mensagens não vão faltar. 

Imaginamos que, com o retorno dos eventos acontecendo em breve, a ansiedade para se encontrar com o público pessoalmente e se apresentar nas pistas seja grande. Tem preparado algo para esse momento? Pode nos dar algum spoiler?

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Com certeza a vontade é grande e estou me preparando muito para esse retorno. Muita pesquisa, estudo, novas músicas, tracks autorais e algumas surpresas para o palco estão na lista. 

E até o final do ano, o que podemos esperar de Camila Jun?

Mais episódios incríveis do projeto de Lives, produção musical e outras novidades que contarei em breve. 

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Um recado especial para os seus fãs de Brasília.

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Antes de tudo, agradecer pelo apoio, reconhecimento e carinho que recebo desse público incrível. Depois, dizer para acreditarem e incentivarem a cultura, a arte e os artistas da cidade. Nossa história merece. 








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