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Arthur Picoli rebate críticas após comprar carro de cerca de R$ 445 mil

Por FolhaPress 23/11/2021 5h55
Foto|Reprodução

“Aqui é correria desde os 14 anos, nunca fui filhinho de papai e mamãe. Então segura e olha para os lados na hora de atravessar, porque a BM está na pista e difusor está aberto”, escreveu ele em seus Stories nesta terça-feira (23).
“Ninguém nunca veio me aplaudir e elogiar por andar de ônibus por 26 anos da minha vida”, completou o personal trainer em seu Twitter. Nos comentários fãs e internautas apoiaram Picoli. “Humildade você tem de sobra”, disse uma. “Era só o que faltava, que povo chato”, escreveu outra.


Recentemente, ele sofreu uma tentativa de assalto no trânsito nesta sexta-feira (13). Ele mesmo fez um relato do ocorrido em suas redes sociais, tranquilizando os fãs de que foi apenas um susto e nada foi roubado nem ninguém ficou ferido.


“Mano! Tentaram assaltar o Uber em que eu estou. Meteram a arma na janela. O cara [motorista] acelerou e conseguimos vazar no sinal fechado”, relatou ele no Twitter. Em seguida, ele ainda brincou: “galera perguntando se roubaram meu celular. Estou tuitando por sinal de fumaça.”


Picoli não informou nas redes sociais onde estava quando sofreu a tentativa de assalto, mas ele mora no Rio de Janeiro. O ex-BBB já tinha revelado que sofreu ataques e perseguições de haters após deixar o Big Brother Brasil 21, o que o levou a doar seu carro, para não ser reconhecido no trânsito.


“Eu dei o meu carro. Por causa de placa. As pessoas me seguiam quando eu ia treinar. Me filmavam entrando na academia, depois eu saindo, entrando no carro, o carro saindo e elas indo atrás”, afirmou em entrevista ao canal Rap 77.


“A galera estava realmente atrás de mim. E eu não acreditava, achava que era adolescente da Internet. E baseado em quê? O que eu fiz para isso? Ameaçaram minha mãe, meu sobrinho de 2 anos”, relembrou ele, que admitiu erros em seu relacionamento com a atriz Carla Diaz, 30, no programa.


“Nunca tinha ficado com ninguém famoso. Não sabia nem como cantá-la”, explica ele. “Aqui fora a vida é boa, eu me dou muito bem. Há dois anos eu morava num distrito de 3.000 habitantes. Lá dentro tem nove câmeras só na cozinha, fora o que gente não vê.”

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