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Cidades

Hospital São Francisco se prepara para segunda onda

A unidade de saúde da Ceilândia possui 30 leitos para receber os pacientes

Vítor Mendonça

Publicado

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Com risco de nova onda da covid-19, a preocupação quanto às capacidades de hospitais para receber novos pacientes cresce no Distrito Federal. No Hospital São Francisco (HSF), referência em Ceilândia, porém, os diretores Aécio Araújo e Sérgio Bastos garantem que a unidade de saúde está preparada para novas internações decorrentes da possível segunda onda da pandemia, que tem sido considerado nos últimos dias pela Secretaria de Saúde e Governo do Distrito Federal.

“Estamos preparados para esse momento”, afirmou o diretor de práticas assistenciais do HSF, Aécio Araújo. Ele também comentou que já se preparam diante dos prováveis novos casos. “Já investimos na compra de insumos como materiais descartáveis, máscaras, luvas, aventais justamente para aguardar esse próximo momento”, disse. Ainda segundo ele, os estoques de medicamentos mais utilizados durante a primeira onda foram renovados.

Atualmente, o hospital possui 30 leitos para receber os pacientes caso haja a segunda onda. A capacidade total é de 100 leitos, mas, com projeto de ampliação em fase de acabamento, chegará a 180. “Nossa equipe está bem preparada e já sabe como lidar com o paciente e sobre o tratamento”, afirmou Aécio.

“Nós somos muito gratos ao empenho de cada equipe. Somos um hospital com mais de 800 colaboradores diretos e indiretos e sabemos que nenhum deles mediu esforços para estar presente para fazer a diferença no tratamento dos pacientes. Foi um ano de bastante desafio e a equipe mostrou mais uma vez que está preparada e qualificada para atender quem vem ao Hospital São Francisco”, agradeceu o diretor.

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Dos desafios enfrentados neste ano, os diretores destacam a apreensão de enfrentar um inimigo desconhecido, com um cenário diferente a cada semana e ainda muita novidade. A gestão no período crítico foi essencial no hospital, segundo Aécio e Sérgio. De acordo com eles, quando houve dificuldade de encontrar materiais no mercado, a administração fez um grande exercício para que a unidade de saúde não tivesse nenhuma falta de insumos, nem para funcionários nem para pacientes.

Para o diretor médico do Hospital São Francisco, Edvaldo Lima, esse foi um dos anos mais difíceis, mas com muitos triunfos em organização. “Pode ser que tenhamos uma dificuldade similar para o próximo ano, mas devido à nossa equipe preparada e equipada para atender esses pacientes da covid, desde o acolhimento até a transferência dos pacientes para a UTI; desde a recepção na porta do Pronto Socorro até a enfermaria e o apartamento onde muitos tiveram alta, além do emergencial na UTI”, relatou.

Novas expectativas de expansão

Os investimentos colocados no hospital, além da pretendida ampliação da capacidade de internações, têm finalidade de reforma dos quartos de pacientes internados, e no Pronto Socorro – que também se pretende ser expandido. Assim, a média de 500 pacientes por dia no socorro imediato poderá ser alargada. “Nosso objetivo é oferecer mais comodidade, qualidade, segurança e conforto aos nossos clientes”, acrescentou o diretor administrativo Sérgio Bastos. “O São Francisco é o hospital de maior porte de Ceilândia. A população não precisa sair de sua cidade para procurar outros serviços de saúde”, acrescentou.

Conforme as premissas do hospital, aquelas que merecem maior destaque, segundo os diretores, são o acolhimento, empatia, segurança e eficiência. Eles acreditam que o diferencial está no acolhimento e empatia com os pacientes, recebidos nas instalações de internação com equipamentos modernos e comodidade, tanto para quem é paciente quanto para quem os acompanha.

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A segurança é outro aspecto ressaltado, uma vez que um dos objetivos é fazer com que o paciente se sinta seguro, especialmente durante o período da pandemia do novo coronavírus. Todas essas ações contribuem para uma eficiência reconhecida também pelo GDF

Saiba Mais

O Hospital São Francisco cobre uma área de 12 mil m² e recebe pacientes, além de Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Santo Antônio do Descoberto, Águas Lindas, Brazlândia e Taguatinga.

A nova área que está sendo ampliada, de acordo com Sérgio, tem dimensões de 5 mil m². Na unidade de saúde, a única especialidade não atendida, segundo Edvaldo, é a de transplante.

“Essa é muito específica e poucos hospitais no DF contam com esse serviço, mas atendemos todas as outras especialidade com muita eficiência. Não temos concorrentes porque nenhum outro hospital na região se equipara com o nosso”, finalizou o médico.

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