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Brasília

Venda de equipamentos de segurança cresce 10% no primeiro trimestre do ano

Arquivo Geral

11/04/2012 7h08

Gabriela Coelho
gabriela.coelho@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Asensação de insegurança que tem aumentado no Distrito Federal nos últimos dias assusta a população. Mesmo em casa, muitas pessoas já não se sentem seguras. Cada vez mais ousados, os criminosos vêm praticando muitos assaltos e sequestros em residências. Prova disso é que a procura por alarmes, cercas elétricas, portões eletrônicos e grades cresceu 10% só no primeiro trimestre de 2012. De janeiro de 2011 a janeiro de 2012, foram instaladas 500 mil câmeras de segurança e 16 mil alarmes monitorados em casas e empresas do DF.

Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Segurança Privada e Transporte de Valores do Distrito Federal (Sindesp-DF), Irenaldo Pereira Lima,  os serviços mais procurados são de alarmes monitorados, circuito interno de televisão e cerca elétrica.  “Eles servem como obstáculo para o assaltante. Muita gente acha que investir em segurança privada tem alto custo, mas se optarem por um plano de segurança correto, a instalação sai em conta”, afirma Lima.

De acordo com ele, a instalação de equipamentos de segurança depende do espaço estudado. “A dimensão do espaço a ser monitorado tem de ser analisado. “A empresa tem de levar um gestor em segurança para traçar as necessidades do local. As instalações podem chegar a R$ 23 mil, dependendo do tamanho da residência”, explica.

A produtora Kika Oliveira, 21 anos, colocou um sistema de monitoramento em casa após um assalto. “Como o espaço também funciona como uma escola de teatro, o dia todo tem pessoas andando por aqui. A movimentação é grande todas as horas do dia. E depois do assalto, a gente ficou com medo. Qualquer um é suspeito e o atendimento não é diferenciado”, diz.

 

Leia mais na edição desta quarta (11) do Jornal de Brasília.

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