Camila Costa
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As Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) foram idealizadas para acelerar o atendimento e amenizar os problemas da rede pública de saúde do Distrito Federal. No entanto, no primeiro ano de gestão do governador Agnelo Queiroz, elas não vingaram. A intenção do Governo do Distrito Federal era que 14 unidades estivessem em atividade até o final deste ano, entretanto, das quatro prontas, apenas uma funciona, em Samambaia, ainda com déficit de profissionais.
As outras três UPAs, segundo as previsões do governo, também deveriam ter começado a atender a população nas Regiões Administrativas de São Sebastião, Recanto das Emas e Núcleo Bandeirante, no primeiro semestre de 2011, mas ainda estão fechadas. “Recebemos quatro UPAs prontas, mas que já demandavam reforma. Começamos esse trabalho, mas ainda falta terminar a do Núcleo Bandeirante”, explica o secretário-adjunto de Saúde, Elias Fernando Miziara.
Uma das principais dificuldades enfrentadas pelo governo para colocar as UPAs em funcionamento, aponta Miziara, é a contratação de servidores – motivo, inclusive, que está colocando em xeque o atendimento da única UPA em operação, em Samambaia.
“O deficit está, principalmente, com clínicos e pediatras, mas, com o concurso que foi feito, poderemos resolver, já que as edificações são boas, a questão dos insumos está regularizada e o único impasse está com o quadro de funcionários”, esclarece o secretário-adjunto.