Da Redação
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Pacientes reclamam que esperam de uma a cinco horas para serem acolhidos no sistema de classificação de risco nos hospitais da rede pública do Distrito Federal. O sistema de triagem foi implementado para garantir acesso rápido dos enfermos em estado grave ou de necessidade de atenção imediata, classificados como vermelhos e amarelos.
Os casos de menor gravidade, mapeados como verde e azul, devem esperar ou orientados a buscar unidade de saúde de referência, como os postos de Saúde. No entanto, em vez de agilidade, pacientes dizem que o modelo gera mais demora, inclusive no atendimento após a classificação. A Secretaria de Saúde nega a demora para classificação, mas reconhece a demora nos atendimentos pós-classificação, nos casos menos graves.
A reportagem do Jornal de Brasília conversou com pacientes nas portas do Hospital Regional do Gama (HRG), Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e no Hospital Regional do Guará (HRGu). Muitos classificados como verde afirmaram que não foram encaminhados para postos de Saúde ou Unidades de Pronto Atendimento (UPAs).
Outros disseram que não iriam sair do hospital sem atendimento. Neste segundo caso, todos afirmaram não confiar na qualidade ou mesmo na garantia de tratamento nas unidades de saúde de referência.
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