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Brasília

Treze quilômetros de estresse no começo da noite desta sexta-feira

Arquivo Geral

24/04/2009 0h00

Quem pensava em chegar em casa com tranquilidade no fim da tarde desta sexta-feira (24) precisou de muita paciência. Se no fim da semana o trânsito nas principais vias que ligam o Plano Piloto às cidades da região sul do DF, thumb como Taguatinga, Ceilândia e Guará é mais movimentado, em dias de chuva o tráfego nesses locais beira o caos.


Mas, especialmente hoje, o brasiliense se deparou com uma situação que há muito não via nas ruas do DF. Um acidente no viaduto do ParkShopping, seguido por outros dois no Eixão Sul e na EPTG, fez com que o trânsito ficasse bastante complicado. Ao todo se formaram 13 Km de engarrafamento, que durou do fim da tarde até o meio da noite de sexta.



Os congestionamentos no Eixão Sul se estenderam da altura da 112 até o final da via. Na L4 sul o trânsito ficou parado desde a ponte Costa e Silva até o balão do Guará. Já na EPTG o engarrafamento se estendeu ao longo de todo o SIA e do Guará. A recém reformada EPIA, foi a via que mai sofreu com congestionamenos. Ao todo 7km, desde o SIA até a entrada da Candangolândia. Vias de acesso também tiveram problemas. A ligação entre Sudoeste e EPIA ficou lenta, assim como o trânsito entre o balão do aeroporto e o zoológio.


O estudante Raysson Farias, que saía da Asa Norte para o Guará, encontrou o trânsito complicado na EPTG na altura do SIA. A situação seria normal se não fosse pelo horário. Eram mais de 21h30 quando o estudante tentava chegar em casa, normalmente neste horário os engarrafamentos no local já terminaram há muito tempo. “Fiquei impressionado com o trânsito de hoje. Normalmente eu volto mais tarde para evitar o engarrafamento, mas hoje não deu muito certo”.


Outra que sofreu com o trânsito congestionado desta sexta-feira, foi a também estudante Anna Lisbôa. Ela reclama do tempo que gastou na volta para casa desse dia 24. “Levei mais de duas horas pra sair do Setor Bancário Sul, e chegar em casa,  na 404 sul. Isso é um absurdo”, conta ela, que normalmente não gasta mais que quinze minutos no mesmo trajeto.

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