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Brasília

Trecho às escuras de São Sebastião agora está iluminado

Arquivo Geral

17/03/2009 0h00

A avenida São Sebastião agora está completamente iluminada. Na noite desta segunda-feira, check o governador José Roberto Arruda entregou à população os últimos 5 km iluminados para garantir a segurança de pedestres, motoristas e ciclistas da região.
      
Mais de 180 postes de luz foram instalados entre a saída sul da cidade e a entrada do condomínio Residencial Vitória. A obra beneficiará também as comunidades de Unaí e do núcleo rural Morro da Cruz. A população dessas cidades  utilizam a pista para acesso à cidade e a Brasília.


Segundo a Companhia Energética de Brasília (CEB), foram investidos R$ 617 mil na obra. A maioria dos postes instalados (137 ao todo) são de concreto, possuem 16 metros e sustentam duas pétalas com lâmpadas de 400 Watts. Além deles, outros 46 são braços de aço com luminárias de 250 Watts.
      
O governador ressaltou a qualidade do material empregado na nova iluminação. “Essa daqui é igual à do Plano Piloto”, observou Arruda.


Segundo o administrador de São Sebastião, Alan Valim, a avenida é a principal da cidade. Ela faz a ligação entre a DF 463 ( vem de Brasília) e a BR 251 (acesso a Unaí).A parte iluminada há vários anos vai da entrada da cidade até o Residencial Nova Vitória, próximo ao centro da cidade. Deste ponto até a rodovia, o trecho era só escuridão.
      
Para Valim, a claridade deverá reduzir o número de acidentes e tranquilizar a utilização da pista durante a noite.


A aposentada Sueli Maciel, 54 anos, moradora do Morro da Cruz, comemorou a chegada da luz na região. “Essa é uma obra muito importante, principalmente para quem mora no núcleo rural e estuda em São Sebastião durante a noite. O perigo não era só de acidentes, mas também de roubos e violência para quem precisa andar a pé ou de bicicleta”, contou a aposentada.


Durante a inauguração, Arruda garantiu mais melhorias no futuro. A CEB fará o projeto de redes elétricas definitivas do Residencial Vitória e do Morro da Cruz assim que as terras nessas regiões forem regularizadas. Segundo ele, a energia nesses locais funciona à base da gambiarra. “Isso é ruim tanto para os moradores, que correm riscos, quanto para o GDF, que não recebe pela energia  gasta”, finalizou.

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