Camila Costa
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A previsão do Governo do Distrito Federal (GDF) de que a integração entre o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) estivesse funcionando a pleno vapor dentro de quatro meses não se concretizou. Em julho, o secretário de Saúde, Rafael Barbosa, assinou uma portaria que oficializava a união dos dois serviços, no entanto, as medidas para concretizar o projeto não foram adiante.
A primeira delas era arrumar um local onde as duas equipes pudessem trabalhar juntas. Segundo o GDF, um prédio no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA) já tinha sido separado para ser a central de atendimento e, até novembro, o processo de licitação estaria resolvido para que o sistema funcionasse.
“Ainda não ficou pronto o processo de licitação, então continuamos o atendimento do jeito que estava. Não prejudica o trabalho das equipes, mas ainda desperdiçamos o atendimento, pois em alguns casos a população continua chamando tanto o CBMDF quanto o Samu”, explica Vilany Mendes Felix, coordenadora médica do Grupamento de Atendimento de Emergência do CBMDF.
Um dos objetivos da integração era aperfeiçoar os trabalhos e garantir mais eficiência à população, já que, em muitas ocorrências, os dois serviços são mobilizados. Hoje, cada serviço tem uma central de atendimento. Com a integração, quem ligasse para o 192, do Samu, ou para o 193, dos bombeiros, seria atendido por um médico regulador para passar por uma triagem que identificaria a necessidade da ocorrência. Esse médico determinaria, de acordo com o ocorrido, quem atenderá o chamado, Samu ou CBMDF.
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