Rener Lopes e Ana Paula Andreolla
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Quatro pessoas foram ouvidos na manhã desta sexta-feira (18) no Tribunal de Justiça do Distrito Federal na continuidade dos trabalhos do caso da 113 Sul.
Uma das testemunhas ouvidas foi Graziella Aires Dias, considerada uma das principais no caso. Ela confirmou que Adriana Villela estaria em sua residência, na Vila Planalto, no dia do crime.
Graziela aproveitou a oportunidade e também reclamou das técnicas persuasivas utilizadas pela Coordenação de Investigação de Crimes Contra a Vida (Corvida) nesta investigação. Segundo a testemunha, Adriana era uma pessoa muito ligada à família e não frequentava lugares muitos caros.
Outra testemunha ouvida foi Marcos Menezes Mendes, primo de Adriana. Ele afirmou que acredita na inocência da acusada e levou um manifesto escrito pela família, dando o apoio à Adriana nesta hora.
Advogado reclama
O advogado de Leonardo Bandarra pediu nesta quinta-feira (17) que Adriana Villela não participasse mais das audiências. Hoje, no Tribunal, ele também voltou a reclamar da cobertura da imprensa no caso, dizendo que estaria sendo realizada de forma parcial.
Outro pedido do advogado foi que o caso voltasse a ter segredo de Justiça. Os outros magistrados não concordaram, dizendo que, neste momento, a participação da mídia tem sido de fundamental importância no caso, divulgando os passos do julgamento.