Da Redação
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Ameta é ambiciosa, mas não é fácil. A Administração do Sudoeste pretende ampliar o número de vagas nos estacionamentos das comerciais, que vivem lotados e se tornaram uma verdadeira dor de cabeça para moradores e comerciantes. Os planos existem, mas ainda sem definição. Entre as possibilidades estudadas está a ampliação das caixas de estacionamento, espaço na lateral de cada quadra comercial. Outra alternativa é a diminuição do canteiro central da avenida. Todas, porém, têm algum complicador.
Segundo Fabrício Lino, engenheiro civil e diretor de Obras da Administração do Sudoeste, um estudo para viabilizar as obras está em andamento. “As análises topografias já foram efetivadas e um diagnóstico dos problemas já foi levantado. Com base nesse estudo é que são feitas as propostas de alteração”, alega Fabrício.
De acordo com a administração, as obras ocorrerão principalmente na Primeira Avenida, local onde existe maior quantidade de estabelecimentos comerciais. “Mexer nesses pontos é complexo, uma vez que também teremos que lidar com supressão de áreas, coleta de lixo e baias para ônibus, além de a cidade ser tombada. Por isso, uma análise profunda deve ser viabilizada antes da tomada de qualquer obra”, adverte o engenheiro.
Metas
O novo projeto urbanístico contempla, além das vagas e a finalização da ciclovia, a implementação de um sistema de transporte circular exclusivo. “Temos a intenção de implementar um serviço de transporte local. Ou seja, assim como o Zebrinha circula apenas no Plano Piloto, queremos um transporte confortável a preço módico fazendo o leva-e-traz (como é apelidado o projeto) dentro do Sudoeste”. Ele acredita que com essas alterações o fluxo de veículos irá melhorar significativamente, além de incentivar o transporte alternativo.
A definição e finalização do projeto, aprovação, orçamento e licitação devem acontecer em um ano e meio. Depois disso as obras deverão ser iniciadas.
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