Servidores responsáveis por serviços de assistência social decidiram pela manutenção da paralisação da categoria até sexta-feira, em audiência realizada nesta quarta-feira (7). Os agentes são responsáveis por atividades sócio-educativas ligadas às secretarias da Criança, da Mulher e de Justiça. De acordo com o presidente do sindicato, Cássio de Moura, a decisão pela paralisação acontece após as propostas do Governo do Distrito Federal (GDF) em relação às reinvidicações dos servidores ficarem aquém do que é pedido pelo Sindicato dos Servidores da Assistência Social e Cultural do Distrito Federal (Sindisasc). De acordo com o sindicato, cerca de 70% dos servidores aderiram à paralisação, e este número aumentará caso as negociações não evoluam.
No mês de outubro foi montado um grupo de trabalho para discutir as reinvidicações dos servidores e propor soluções. Segundo o presidente do sindicato, as propostas feitas pelo GDF ficaram aquém dos relatórios apresentados em 11 de novembro, que incluem equiparação da de vencimentos aos servidores do Procon, implantação de plano de saúde subsidiado pelo GDF, redução de jornada de trabalho, avaliação de grau de insalubridade e nomeação de servidores aprovados em concurso realizado em 2010.
Nesta quinta-feira (8), sindicato e representantes do GDF voltam a se reunir para nova rodada de negociações. As propostas dessa reunião serão levadas a uma nova assembleia, na sexta-feira e, caso não atendam às reinvidicações do sindicato, os servidores entrarão em greve geral.