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Brasília

Segurança e punições são insatisfatórias para evitar mortes no trânsito

Arquivo Geral

24/01/2012 7h07

Camila Costa

camila.costa@jornaldebrasilia.com.br

 

Campanhas publicitárias, fiscalizações, conselhos dos pais ou as punições – consideradas brandas – não são suficientes para evitar as mortes nas vias do Distrito Federal, quando o assunto são os acidentes de trânsito causados pela imprudência dos condutores.

 

Desde o início do ano, 13 pessoas já entraram para as estatísticas de mortes do Departamento de Trânsito do DF (Detran). Operação para tentar coibir os acidentes já abordou mais de 2.977 motoristas e autuou mais de 500, entretanto, sem o resultado esperado – de reduzir significantemente o número de mortes. O Detran avalia que, para mudar este quadro, é preciso fortalecer o tripé de operações: fiscalização, engenharia e educação.

 

“Apesar de a fiscalização não estar conseguindo diminuir o número de mortes da maneira ideal, não estamos nos omitindo em fazê-la. Só não temos como controlar o comportamento de vários condutores. Talvez usar só a fiscalização não adiante, ainda mais com agravantes como o número da frota somados à imprudência dos motoristas”, avalia o diretor de Fiscalização do Detran, Nelson Leite.

 

A Operação Funil, realizada no último final de semana, abordou 164 pessoas e autuou 13 condutores sem habilitação, três por embriaguez ao volante e 58 por autuações diversas.

 

Leia mais na edição impressa desta terça-feira (24) do Jornal de Brasília.

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