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Brasília

Restaurantes comunitários caem no gosto do povo

Arquivo Geral

24/06/2012 7h20

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Destinados à população em situação de vulnerabilidade social, os restaurantes comunitários ficam concentrados em regiões de baixa renda e atendem não somente aos trabalhadores, mas também a famílias que querem praticidade e  economia, seja no dia a dia ou aos sábados.

Com preço bem acessível, apenas R$ 1, os usuários encontram uma refeição balanceada, elaborada por nutricionista. O almoxarife Ronaldo Coelho costuma levar a família para almoçar no Restaurante Comunitário do Riacho Fundo II. Ele afirma que houve uma economia significativa desde que começou a frequentar o local. “Antes, o gás da minha casa durava 45 dias. Hoje, dura cerca de 90. Com relação aos alimentos, nós gastávamos uns R$ 350 por mês. Hoje o gasto é de mais ou menos R$ 170”, contabiliza.

Segundo Ronaldo, a família, composta por três pessoas, almoça no local todos os dias e elogia a comida. “É muito boa. Não é salgada e nem oleosa. Isso é bom porque têm pessoas com problemas de saúde que precisam de uma alimentação bem saudável e o restaurante oferece isso”, avalia. “Se o restaurante funcionasse aos domingos, com certeza eu e minha família iríamos almoçar lá”, completa.  

 

A recepcionista Dirlene de Carvalho frequenta o restaurante do Riacho Fundo II aos sábados e afirma que também houve uma economia em casa. “São seis pessoas na família e todos os fins de semana nós almoçamos fora. Optamos pelo restaurante comunitário porque além de a comida ser boa, estamos economizando cerca de R$ 50 por final de semana. No final do mês, faz muita diferença”, conta.  

 O bom atendimento também foi elogiado pelos consumidores. Para Dirlene, o serviço tem muita qualidade. “As pessoas nos recebem muito bem”, comenta.

 A reportagem solicitou entrevista nas unidades que percorreu, mas os funcionários não receberam a equipe.

 

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