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Brasília

Relatório aponta as áreas que precisam ser preservadas para o futuro do DF

Arquivo Geral

11/06/2012 8h16

Camila Costa

camila.costa@jornaldebrasilia.com.br

 

Ao longo dos últimos 50 anos, o DF perdeu 50% de suas áreas naturais. O motivo: o intenso processo de ocupação do território alterou as características originais do Cerrado – solo, vegetação, relevo e regime hídrico. Mas nem tudo está perdido.

 

Algumas áreas sobrevivem à ação do homem, como o Parque Nacional de Brasília, a Estação Ecológica de Águas Emendadas e as Áreas de Vida Silvestre existentes na APA Gama/Cabeça de Veado, e se transformaram nos verdadeiros tesouros da capital federal. 

 

Cuidar deles é sinônimo de garantir o futuro da nossa cidade, segundo aponta o Relatório do Zoneamento Ecológico-Econômico do DF. O Parque Nacional de Brasília é a maior e mais antiga unidade de conservação.

 

Foi criado com uma área de 30 mil hectares e perímetro de 80 km para preservar os primeiros mananciais hídricos responsáveis pelo abastecimento do DF. O Parque faz conexão com importantes cursos d’água do DF, como córrego Vicente Pires, córrego Bananal e Rio das Palmas.

 

Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (11) do Jornal de Brasília.

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