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Brasília

Quebra-molas congestiona o trânsito e não garante segurança aos pedestres

Arquivo Geral

31/03/2012 7h10

Da Redação
redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O que era para ser uma solução acabou provocando outro problema. Com o intuito de proporcionar maior segurança no trânsito da rodovia DF-480, que liga a cidade do Gama ao Plano Piloto, o Consórcio BRTSul, construtor das obras do Expresso DF, e o Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) instalaram quatro quebra-molas na via – dois no sentido Gama e dois no sentido Balão do Periquito. Só que os redutores de velocidade estão causando congestionamentos de até 15 quilômetros que, nos horários de pico, chegam ao centro da cidade.

 

Em 2011, foi registrado ali a morte de três pessoas por atropelamento e, na semana passada, um aluno da  Universidade de Brasília (UnB) do Gama foi atingido por um carro ao tentar atravessar a via. Os estudantes fizeram um protesto, fechando a via e pedindo a instalação de passarelas no local de travessia.

 

De acordo com informações do DER, a instalação dos quebra-molas é necessária para que os motoristas diminuam a velocidade quando se aproximam das obras do Expresso DF, e também, próximo ao campus da UnB, onde a travessia de pedestres é intensa durante todo o dia.

O DER esclarece que o projeto do Expresso DF inclui um terminal rodoviário próximo ao campus da UnB do Gama, que proporcionará uma travessia subterrânea aos pedestres, partindo do canteiro central para os dois lados da rodovia. Por este motivo, a passarela que era planejada para aquele local não é mais viável e os redutores de velocidade são necessários até que as obras do Expresso DF sejam concluídas.

 

 Leia mais na edição deste sábado (31) do Jornal de Brasília.

 

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