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Brasília

Presos acusados de atirar contra universitário na saída de uma festa

Arquivo Geral

06/01/2012 7h07

Vinícius Borba
vinicius.borba@jornaldebrasilia.com.br

 

 

Os dois principais suspeitos de prática de latrocínio (roubo seguido de morte) contra o estudante de Ciências Sociais da Universidade de Brasília Júlio César Pinto Lima, de 22 anos, baleado na saída de uma festa no Rotary Clube de Taguatinga, foram presos e apresentados pela Polícia Civil. A vítima chegou a ser socorrida, mas após passar por três hospitais morreu  no dia 27 de dezembro último.

 

Os suspeitos foram identificados depois de serem reconhecidos por testemunhas  em uma fotografia tirada por um casal durante a festa, ocorrida em 26 de novembro do ano passado. Os dois presos estavam no fundo da foto.

 

Segundo a polícia, eles teriam a intenção de roubar o carro da vítima, mas acabaram atirando mesmo sem qualquer reação de Júlio César. Família e amigos do rapaz foram ontem à frente da 12ª Delegacia de Polícia (Taguatinga Centro) agradecer a ação da polícia, além de cobrar punição efetiva pela Justiça. Os parentes querem ainda uma resposta da Secretaria de Saúde pela suposta negligência  no tratamento do jovem, que morreu por complicações depois de ser transferido para três hospitais diferentes.

 

Segundo o delegado-chefe da 12ª DP, Moisés Martins, as investigações começaram com a oitiva de várias testemunhas. Entre elas estava o casal que tirou um retrato durante a festa. Ao fundo da foto, um rapaz de bermuda foi identificado. Informações de outras testemunhas apontaram que o assaltante que teria baleado Júlio César estava de bermuda no dia da festa. Para reforçar ainda mais a suspeita, ele foi o único visto de bermuda em toda festa. Investigadores levaram a foto para Júlio César ver no hospital e ele teria  reconhecido o autor do tiro.

 

 Leia mais na edição desta sexta-feira (06) do Jornal de Brasília.

 

 

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