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Brasília

Porteiros afirmam que empresa recebeu R$ 244 mil da UnB por faltas não cobertas

Arquivo Geral

12/12/2011 8h03

Ana Paula Andreolla

ana.fernandes@jornaldebrasilia.com.br

 

Mais denúncias foram feitas sobre suspeitas de irregularidades em algumas empresas terceirizadas que prestam serviços para a Universidade de Brasília (UnB). Depois de o Jornal de Brasília denunciar um suposto esquema de venda de vagas para vigilante, na semana passada, agora foi a vez dos porteiros da universidade apresentarem denúncias consideradas graves pelo Ministério Público do Trabalho (MTP) no Distrito Federal, que investiga ambas as situações.

 

Entre as delações, os funcionários alegam que a empresa que presta serviço de portaria à UnB estaria obtendo lucro sobre serviços que não teriam sido prestados. Só no ano passado, essa operação teria custado R$ 244 mil aos cofres da universidade.

 

Além disso, funcionários estariam sendo substituídos sem nenhuma justificativa. Em menos de dois anos, pouco mais de 200 trabalhadores teriam sido mandados embora, inclusive mulheres grávidas e funcionários com mais de 12 anos trabalhando na UnB. A suspeita é que a onda de demissões estaria ocorrendo para que essas vagas sejam vendidas a outras pessoas.

 

Leia mais na edição impressa desta segunda-feira (12) do Jornal de Brasília.

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