O policial civil Clóvis Freitas de Lima, ailment de 42 anos, se matou com um tiro na cabeça após matar a mulher, a funcionária pública da Caixa Cláudia Alves de Freitas, 39 anos. Ela foi atingida com sete tiros na axila, no braço e na cabeça. O crime aconteceu no condomínio Jardim Europa II, em Sobradinho II, às 22h deste domingo (16). Cláudia estava na casa da irmã, quando o policial chegou e pediu para conversar com ela. Os dois foram até o quarto, onde Clóvis fez os disparos. Ele estava com duas pistolas, uma .40, usada nas atividades policiais, e uma 380 e uma caixa de bala.
O carro de Clóvis, um Honda Civic, foi encaminhado para a perícia. Segundo o delegado-chefe Márcio Michel da 35 ª DP, Sobradinho II, o policial estava fazendo tratamento para depressão com psicólogo. Ele foi vítima de um infarto e após o problema de saúde teve que fazer restrições quanto a atividades de trabalho, o que interferiu no comportamento de Clóvis. O policial e Cláudia eram casados e tinham dois filhos, uma menina, de 21 anos, e um menino, de 16.
Leia mais informações sobre o caso na edição impressa do Jornal de Brasília, desta terça-feira (18)