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Brasília

Polícia avalia que os produtos irregulares seriam distribuídos a ambulantes do DF

Arquivo Geral

17/12/2011 10h03

Da Redação

redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Cerca de 1,2 mil caixas, malas e sacolas com equipamentos eletroeletrônicos, roupas, brinquedos, celulares e até peças de automóveis foram apreendidos durante a  Operação Garrote – Cidade Livre de Pirataria, desenvolvida na BR-040 (rodovia que liga Brasília a Rio de Janeiro), na madrugada de sexta-feira. O bate-volta dos comerciantes terminou com todas as mercadorias retidas.

 

O operação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e as secretarias da Ordem Pública e Social (Seops) e da Fazenda (Sefaz) deteve seis ônibus interestaduais e dois carros que vinham de São Paulo para o Distrito Federal pela BR-040.  A fiscalização suspeitava que eles estariam carregados de mercadorias irregulares que seriam distribuídas em diversas feiras do DF.

 

O comboio abordado pela PRF teria saído de Brasília na quarta-feira e retornado no dia seguinte. De acordo com o major Carlos Alencar, da Secretaria de Ordem Pública e Social (Seops), os ônibus e os dois carros foram abordados por volta de 3h, em Luziânia. Quando os três primeiro veículos foram parados pela fiscalização, os condutores dos carros menores tentaram passar parte da mercadoria que estava nos outros três ônibus e fugir do local. Mesmo assim, foram vistos pelos agentes, que logo em seguida fizeram a abordagem dos veículos.

 

O ponto de apreensão foi montado no posto da Regional da PRF na BR-040, próximo a Santa Maria. Segundo o major, os veículos transportavam diversas mercadorias. A vistoria só foi encerrada no início da manhã de ontem, quando todos os passageiros foram escoltados até o galpão da Secretaria de Fazenda (SIA Trecho 1) . Para o chefe do 1º Distrito Policial, Carlos Dantas, a apreensão é a confirmação do sucesso de seis meses de investigação. “Realizada desde julho deste ano, o objetivo é identificar os responsáveis pela entrada de mercadoria ilegal no DF.”

 

De acordo com o major Alencar, as quadrilhas foram identificadas. “O serviço de inteligência da operação sabia que a carga chegaria ao DF durante a madrugada desta sexta-feira”, explica. Cães farejadores foram usados pelos policiais para tentar identificar possíveis carregamentos de drogas e outros produtos ilícitos.

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