Menu
Brasília

Polícia acredita que morte de secretário pode ser qualificada como homicídio culposo

Arquivo Geral

23/01/2012 16h35

 

Segundo o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Onofre Moraes, e o delegado-chefe adjunto da 1ª Delegacia de Polícia, Johnson Kenedy, o caso envolvendo a morte do secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento, Duvanier Paiva Ferreira, em que dois hospitais particulares do Distrito Federal são suspeitos por omissão de socorro e negligência, pode ser qualificado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar. 

 

 

Ainda de acordo com as informações, os funcionários dos hospitais envolvidos não deverão responder pelo crime, já que apenas cumpriam ordens. Um novo inquérito para apurar a morte de Duvanier será aberto e deverá ficar pronto em 30 dias.

 

 

Ferreira, de 56 anos de idade, morreu na madrugada da última quinta-feira (19) por conta de um infarto no miocárdio, após ter o atendimento negado em dois hospitais particulares de Brasília, o Santa Lúcia e o Santa Luzia. O plano de saúde não era aceito pelas instituições. Os hospitais teriam exigido um cheque caução para atendê-lo, mas como ele estava sem cheque, o atendimento foi recusado. Ele só foi atendido em um terceiro hospital, o Hospital Planalto, mas o seu estado se agravou. Os médicos ainda tentaram reanimá-lo, mas sem sucesso. 

 

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado