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Brasília

Operações removem invasões do Lago Norte, do Recanto das Emas e de Ceilândia

Arquivo Geral

30/03/2012 15h27

Nove edificações foram retiradas durante operações do Comitê de Combate ao Uso Irregular do Solo, nesta sexta-feira (30). Elas estavam erguidas em áreas públicas localizadas no Lago Norte, no Recanto das Emas e em Ceilândia. Duas pessoas suspeitas de serem responsáveis pelo parcelamento irregular do Lago Norte foram encaminhadas à 6ª DP (Paranoá) e liberadas depois de prestarem depoimento. O caso está em apuração.

 

E foi no Núcleo Rural Águas Quentes, no Recanto das Emas, entre as rodovias DF-280 e DF-190, que ocorreu a maior parte das remoções. Foram quatro edificações, sedo uma delas de dois pavimentos, e um galpão de 200 m². Uma intimação demolitória foi expedida. O responsável terá cinco dias para retirar a edificação irregular por contra própria ou será multado caso o governo faça a erradicação. No mesmo local o Comitê entupiu 14 perfurações que eram utilizadas para a remoção ilegal de calcário. O crime foi comunicado à Delegacia do Meio Ambiente (Dema), que vai investigar o caso e deve apontar os responsáveis.

 

No Córrego do Bálsamo, região administrativa do Lago Norte, o Comitê retirou uma edificação de aproximadamente 250 m² e um muro de 30 metros lineares, na Chácara 90. Outra edificação, desta vez de 150 m², acabou erradicada da Chácara 92. Na Chácara 91 foram 300 metros de muro e mil metros lineares de cerca desconstituídos. E na Chácara 100, uma edificação e 100 metros lineares de cerca.

 

Em Ceilândia, no Setor Habitacional Sol Nascente, Chácara 02 Conjunto K, foram erradicados uma edificação e uma fossa. O setor tem sido alvo de constantes operações de vigilância, pois está em processo de regularização e o surgimento de novas invasões atrapalha o processo.

 

Estiveram envolvidos nas três operações um total de 184 servidores. Entre os órgãos, participaram Seops, Agefis, Terracap, PCDF, PMDF, SLU, CEB, Caesb e CBMDF. Coordenaram por parte da Seops os diretores de Operações, Tenente Rômulo e Major Messias, além do agente operacional Sargento Borges. Por parte da Agefis, coordenaram os auditores fiscais Aldrin Santana e Francisco Roberto.

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