Camila Costa
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Pensados para melhorar o transporte público do Distrito Federal e conseguir adequar a cidade às demandas que surgirão com a Copa do Mundo de 2014, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e o Expresso DF, antigo Veículo Leve sobre Pneus (VLP), ainda caminham a passos lentos. No ritmo que vai, na opinião de especialistas ouvidos pelo Jornal de Brasília, dois anos serão pouco tempo para concluir as obras. No caso do VLT, que está com o canteiro de obras parado há mais de um ano e oito meses, a invasão de terras pode adiar ainda mais o início das obras.
Para o especialista em Transporte Urbano Artur Morais, tanto o VLT quanto o Expresso DF não são as melhores ideias para resolver o trânsito e o problema do transporte público no DF. “A faixa exclusiva para ônibus é a melhor saída e não podemos ficar pensando o que fazer para a Copa do Mundo. Se resolver os problemas de agora, teremos solução para a Copa”, indica.
Além de não acreditar nos projetos para a melhoria efetiva do transporte na capital, Morais afirma que a preocupação são as grandes chances de dar errado. “Existe, primeiramente, uma grande possibilidade de o VLT, por exemplo, não sair do papel e, se sair, ser um fiasco, sem funcionalidade. Acredito mais no VLP”, diz o especialista.
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