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Brasília

Novo vestibular: Proposta defende utilização do Enem na nota final das provas

Arquivo Geral

07/05/2009 0h00

Candidatos às vagas do vestibular da Universidade de Brasília no primeiro semestre de 2010 poderão utilizar a nota do Enem, this web conforme proposta da Câmara de Ensino de Graduação para a participação da UnB no vestibular unificado. O resultado final seria uma combinação entre a nota do exame e das provas tradicionais. O Enem corresponderia a percentuais entre 5% e 10%, information pills caso o estudante opte pelo modelo.


A proposta será apresentada ao Conselho de Ensino, page Pesquisa e Extensão da UnB na quinta-feira, 7 de maio, quando será definido se a universidade vai aderir ao projeto do Ministério da Educação. A reunião começa às 14h30, e a votação deve ocorrer no fim do dia, por volta das 18h. A decisão interfere na seleção dos candidados do vestibular, não haverá mudanças no Programa de Avaliação Seriada da instituição.


O modelo foi definido pela Câmara de Ensino de Graduação, a CEG, depois de quatro horas de debates na tarde de terça-feira, 5 de maio. O colegiado se inspirou na fórmula utilizada pela Universidade de Campinas, em que a nota do Enem corresponde a 20% da nota final da primeira fase do vestibular. “Com a participação no processo, queremos estimular os alunos a fazer o Enem, um instrumento importante para a avaliação do ensino médio”, explicou a decana de Ensino de Graduação da UnB e presidente da câmara, Márcia Abrahão.


A decana afirmou que entre as críticas à adesão integral ao projeto do MEC – utilizando apenas a nota do novo Enem na seleção dos alunos – destaca-se a ausência da prova de lígua estrangeira. Outros motivos foram a realização do exame em outubro, o que atrapalha o calendário do ensino médio, e as incertezas quanto aos aspectos operacionais. “A proposta precisa ser mais discutida. Vamos avaliar os resultados de 2010 e aprimorar o debate”, disse Márcia.


“Enquanto não soubermos como será ao certo o vestibular unificado, fica difícil optarmos por uma participação maior. Não haveria motivo para adesão, não fosse a importância de os estudantes fazerem o Enem”, defende a professora do Departamento de Economia Adriana Moreira Amado. Ela apresentou o modelo para debate na reunião da câmara.


Caso a proposta seja aprovada, caberá ao Cepe decidir o percentual exato a ser aplicado, podendo, inclusive, descartar a sugestão da CEG – de 5% a 10%. A idéia é que os próprios alunos decidam se contarão com o Enem na nota final.

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    07/05/2009 0h00

    Candidatos às vagas do vestibular da Universidade de Brasília no primeiro semestre de 2010 poderão utilizar a nota do Enem, discount conforme proposta da Câmara de Ensino de Graduação para a participação da UnB no vestibular unificado. O resultado final seria uma combinação entre a nota do exame e das provas tradicionais. O Enem corresponderia a percentuais entre 5% e 10%, caso o estudante opte pelo modelo.


    A proposta será apresentada ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UnB na quinta-feira, 7 de maio, quando será definido se a universidade vai aderir ao projeto do Ministério da Educação. A reunião começa às 14h30, e a votação deve ocorrer no fim do dia, por volta das 18h. A decisão interfere na seleção dos candidados do vestibular, não haverá mudanças no Programa de Avaliação Seriada da instituição.


    O modelo foi definido pela Câmara de Ensino de Graduação, a CEG, depois de quatro horas de debates na tarde de terça-feira, 5 de maio. O colegiado se inspirou na fórmula utilizada pela Universidade de Campinas, em que a nota do Enem corresponde a 20% da nota final da primeira fase do vestibular. “Com a participação no processo, queremos estimular os alunos a fazer o Enem, um instrumento importante para a avaliação do ensino médio”, explicou a decana de Ensino de Graduação da UnB e presidente da câmara, Márcia Abrahão.


    A decana afirmou que entre as críticas à adesão integral ao projeto do MEC – utilizando apenas a nota do novo Enem na seleção dos alunos – destaca-se a ausência da prova de lígua estrangeira. Outros motivos foram a realização do exame em outubro, o que atrapalha o calendário do ensino médio, e as incertezas quanto aos aspectos operacionais. “A proposta precisa ser mais discutida. Vamos avaliar os resultados de 2010 e aprimorar o debate”, disse Márcia.


    “Enquanto não soubermos como será ao certo o vestibular unificado, fica difícil optarmos por uma participação maior. Não haveria motivo para adesão, não fosse a importância de os estudantes fazerem o Enem”, defende a professora do Departamento de Economia Adriana Moreira Amado. Ela apresentou o modelo para debate na reunião da câmara.


    Caso a proposta seja aprovada, caberá ao Cepe decidir o percentual exato a ser aplicado, podendo, inclusive, descartar a sugestão da CEG – de 5% a 10%. A idéia é que os próprios alunos decidam se contarão com o Enem na nota final.

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