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Brasília

Mudanças para agilizar o atendimento de mulheres com câncer no DF

Arquivo Geral

18/01/2012 7h17

Bruna Sensêve
bruna.senseve@jornaldebrasilia.com.br

As dificuldades relatadas no Jornal de Brasília nos últimos dias por pessoas diagnosticadas com câncer para a realização de exames e recebimento de remédios pela rede pública de saúde do DF serão levadas ao conhecimento do Comitê Distrital de Saúde. A promessa é do subsecretário de Atenção à Saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Ivan Castelli. Além de Vera Hilma Magalhães, que teve sua história contada em reportagem na edição de ontem, outras três mulheres também com a doença contam a angústia da longa espera por resultados.

 

São remédios como Omeprazol, Nausedron e, até mesmo, a dipirona em gotas, que não são encontrados nas farmácias públicas. O custo para essas mulheres é alto e há muito desgaste para chegar ao posto de saúde. “Estou fazendo um tratamento que não me deixa ficar exposta a infecções e contaminações possíveis em postos de saúde. E, mesmo chegando lá, não tenho o remédio”, conta Maria das Graças, 63 anos. Segundo Castelli, o medicamento Nausedron, indicado para náuseas e vômitos, comuns após quimioterapia, não está disponível na Farmácia Central como relatado, mas chegará em breve.

 

Apenas o padrão injetável para pacientes internados está disponível. Segundo ele, o remédio deveria ter chegado com o carregamento que trouxe dipirona e Omeprazol nesta semana. Na semana passada, os medicamentos também não estavam em estoque. O repasse às farmácias de base ainda está em andamento. A demora pela realização dos exames relatada pelas pacientes, no entanto, não é a mesma constante nos relatórios do subsecretário. O maior problema seriam as sessões de radioterapia que, hoje, estariam com o funcionamento normalizado.

 

Leia mais na edição desta quarta-feira (18) do Jornal de Brasília.

 

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