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Brasília

Médicos do pronto-socorro adulto do HRSM recebem treinamento sobre notificação compulsória

A importância de fazer a notificação imediata, além de focar na notificação de acidentes de trabalho foi trabalhada

Redação Jornal de Brasília

15/08/2024 18h36

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O Núcleo de Vigilância Epidemiológica promove ações de educação e imunização no âmbito hospitalar | Foto: Divulgaçã0/ IgesDF

Uma capacitação sobre doenças e agravos de notificação compulsória foi aplicada ao longo de toda a semana aos médicos do pronto-socorro adulto do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A importância de fazer a notificação imediata, além de focar na notificação de acidentes de trabalho, foi trabalhada pela equipe do Núcleo de Vigilância Epidemiológica do HRSM, que esteve de consultório em consultório.

“O intuito desse treinamento é capacitar toda a equipe médica, de todos os consultórios, destacando quais as doenças e agravos de notificação imediata. Também explico que a gente tem disponível, dentro do próprio prontuário do paciente, a ficha de notificação compulsória. À medida que o profissional preenche essa ficha, já vai gerar um relatório para a Vigilância como alerta de que foi notificado um agravo de notificação compulsória”, explica a chefe de Núcleo da Vigilância Epidemiológica do HRSM, Larysse Lima.

Além de tratar sobre as notificações compulsórias, ela fala um pouco sobre o trabalho da Vigilância Epidemiológica e aborda a parte da imunização, ressaltando a sala de vacina disponível para colaboradores dentro do HRSM, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 16h30.

“Tem alguns médicos que não conhecem direito o nosso trabalho nem o papel da Vigilância Epidemiológica dentro do hospital. Por isso, estamos esclarecendo e capacitando todos eles no tocante ao preenchimento das fichas de notificação compulsória. Alguns desconhecem a sala de vacina”, afirma Larysse.

Compete ao Núcleo de Vigilância Epidemiológica promover ações de educação em Vigilância Epidemiológica e imunização no âmbito hospitalar e propor capacitação aos colaboradores no que diz respeito aos protocolos vigentes.

*Com informações da Agência Brasília

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