Da Redação
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É investigado em sigilo o roubo do vibrador banhado a ouro, levado de uma loja de artigos eróticos da Asa Sul. O produto, avaliado em R$ 8 mil, estava em exposição no estabelecimento e é vendido sob encomenda. A 1ª Delegacia de Polícia está à frente do caso.
Embora a escolha do massageador íntimo pareça ter sido estratégica, devido ao alto valor da peça, uma das sócias do sex shop, Vanessa Baldini, assegura que o ladrão fez um mau negócio. Ela considera o vibrador, banhado a ouro 18 quilates e com tamanho de dez centímetros, um “elefante branco”. Isso porque o ouro não pode ser dissolvido, uma vez que o interior é de aço inoxidável. Além disso, o ladrão não levou o carregador do produto. Portanto, é provável que a peça acabe inutilizada.
De acordo com a polícia, o assaltante entrou na loja se passando por um cliente. No momento do crime, apenas uma funcionária estava no local. O assaltante entrou e cumprimentou a mulher. Depois, levantou a camisa para mostrar a arma e rendeu a funcionária.
Segundo a vítima, o criminoso exigiu dinheiro, mas a vendedora respondeu que o caixa estava vazio. Ao observar o que mais poderia ter valor no local, avistou o vibrador.
A mulher descreveu o homem como “bonito” e “bem vestido”. Ele teria amarrado as mãos e tampado com fita adesiva a boca da vendedora. Depois, ela teria sido colocada no banheiro.
A loja de artigos eróticos é direcionada ao público de luxo e foi aberta recentemente, há cerca de duas semanas. Nenhum modelo do produto havia sido encomendado em Brasília, mas segundo os donos do estabelecimento, pelo menos três pessoas chegaram a manifestar interesse no produto. Outros consumidores brasileiros já o teriam comprado em outras cidades.
O massageador clitoriano possui o formato curvado e sua bateria pode durar até seis horas. O produto também conta com função vibratória com controle de intensidade, de pulsação e de escalonamento, controlada por dois botões.
Outros itens à venda no local não são tão valiosos quanto o vibrador roubado, mas chegam a custar R$ 1 mil. Os proprietários do sex shop ainda não sabem se a peça tinha seguro contra roubo, e por isso não sabe se terão de arcar com esse prejuízo.