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Brasília

Irregularidades no Hras

Arquivo Geral

03/03/2009 0h00

Uma vistoria realizada a pedido do Conselho Regional de Medicina no Hospital da Asa Sul (Hras) constatou irregularidades. O espaço da UTI neonatal está interditado desde janeiro para reformas e os leitos são insuficientes e a enfermaria de cirurgia pediátrica realiza o acolhimento de prematuros em situação de risco. Além disso, prescription o local foi considerado precário e os atendimentos diminuíram drasticamente.


Os representantes do CRM, viagra Corem e CRF realizaram uma fiscalização com a parceria da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e do promotor público Jairo Bisol, cure para identificar problemas no Hras. A vistoria constatou falta de leitos, profissionais sobrecarregados e má alocação dos bebês na UTI neonatal. Segundo o diretor do hospital, Alberto Barbosa, o ideal seria interromper os atendimentos, mas a realidade da rede pública é outra. “O hospital é específico e mesmo sem vagas e com uma atividade restrita, devemos atender”, declarou.


Hoje, a UTI neonatal só recebe gestantes em situação de risco e bebês prematuros com problemas crônicos. Mesmo assim, há apenas 29 leitos para a crescente demanda. As outras atividades, como pediatria, psquiatria e cardiologia infantil, estão operando normalmente. No entanto, a média de partos, que era de 600, caiu para 150. “O Hras não está com as portas trancadas, mas estamos trabalhando de forma selecionada”, esclareceu o diretor. A intenção dos órgãos é comunicar as irregularidades ao
Ministério Público e continuar as vistorias nos hospitais do Distrito Federal.


A situação do Hras agravou depois de uma chuva no fim de janeiro. Com o temporal, parte do reboco de gesso caiu, a estrutura ficou comprometida e houve infiltrações. Mesmo assim, há dois anos o hospital está com 17 leitos a menos. A previsão para o fim das obras é maio deste ano.

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