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Brasília

Grupo de extermínio é investigado pelo Ministério Público

Arquivo Geral

24/01/2012 7h55

Da Redação

redacao@jornaldebrasilia.com.br

 

Uma população de cerca de 165 mil pessoas das cidades do Paranoá e Itapoã convive com o medo de atrocidades supostamente cometidas por quatro policiais do 20º Batalhão da Polícia Militar (Paranoá).

 

Eles seriam integrantes de um grupo de extermínio e teriam praticado homicídios, extorsões, tráfico de drogas, coações, torturas e roubos. Pelo menos cinco jovens, entre eles um garoto de 14 anos, estão entre as vítimas.

 

Segundo denúncia do Ministério Público, os crimes eram praticados com requintes de crueldade, sem chance de defesa às vítimas e por motivo torpe.

 

O modus operandi do grupo era levar as vítimas para um matagal no Rio Jardim, localizado em uma estrada vicinal, às margens da DF-100, entre o Paranoá e São Sebastião. Para dificultar a ação da investigação policial, as vítimas eram executadas e abandonadas no local.


Leia mais na edição impressa desta terça-feira (24) do Jornal de Brasília.

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