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Brasília

Governo agiliza para liberar 980 construções paralisadas

Arquivo Geral

18/11/2011 7h15

Francisco Dutra
francisco.dutra@jornaldebrasilia.com.br

Novecentos e oitenta empreendimentos imobiliários estão com obras paralisadas no DF, segundo cálculos do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). Isso porque os documentos necessários à continuidade das edificações estão pendentes. Para resolver o problema e acelerar o desenvolvimento do DF, o  governador Agnelo Queiroz, que se reuniu ontem com o setor produtivo, na sede Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra), prometeu agilizar a liberação dos   Relatórios de Impacto de Trânsito (RITs) e dos Estudos de Impacto de Vizinhança (EIVs). 

 
O problema já foi retratado pelo Jornal de Brasília, na edição  de 22 de outubro, que mostrou que havia 550 obras – de casas a grandes edifícios – paradas, causando um prejuízo   superior a R$ 11 bilhões, para empresários e consumidores. Hoje, com menos de 30 dias, este número praticamente dobrou, de acordo com  os cálculos do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon).

O RIT é um estudo que abrange todos os itens de mobilidade em volta de uma intervenção imobiliária, como vagas de estacionamento, fluxo de veículos, transporte público e passagem de pedestres.  Já o EIV busca a conciliação entre direitos e interesses dos proprietários diante dos interesses e direitos da sociedade, do coletivo.
     Para o presidente do Sinduscon, Júlio Cesar Peres, a demora para a liberação destes documentos tem diferentes causas, a começar pela falta de pessoal por parte do GDF para a expedição dos mesmos.

Outro gargalo é a disfuncionalidade na produção dos textos, que, aos olhos de Peres, deveriam ser feitos com foco nas áreas, quadras ou bairros, e não nas unidades isoladamente, como ocorre  hoje. Outro problema enfrentado pelo setor é a falta de ligações de energia nas regiões de construção.

Foto: Paula Carvalho

Leia mais na edição desta sexta-feira (18) do Jornal de Brasília.

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