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Governador explica por que trocou comando da Secretaria de Educação

Hélvia Paranaguá assumiu a pasta há cerca de 15 dias em um momento de muito trabalho na pasta

Foto: Vítor Mendonça/Jornal de Brasília

Willian Matos e Vítor Mendonça
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A educação está em voga no Distrito Federal. Em meio à criação da Universidade do DF (UnDF) e da volta às aulas presenciais na rede pública de ensino, o governador Ibaneis Rocha falou nesta quarta-feira (28) sobre a nova secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, que tem como missão coordenar estas ações. Ibaneis explicou por que trocou o comando da pasta recentemente.

A troca ocorreu há 15 dias, quando o governador nomeou Hélvia como secretária. Ela, que substitui Leandro Cruz, é a quarta chefe da pasta desde o início da gestão Ibaneis. “Eu estudei em uma escola onde o pai dela foi diretor, o Instituto Batista Correntino [no Piauí]. Ela foi criada dentro de uma escola de professores, de diretores, de educadores. Aportou no Distrito Federal há um bom tempo e merece hoje o cargo que exerce”, disse o governador.

Ibaneis ainda não havia falado a respeito da mudança, pois estava de férias nos últimos 15 dias e sofreu um mal-estar no último fim de semana que o levou a ficar internado por uma noite no hospital DF Star, na Asa Sul, no último domingo (25). O governador citou também a volta às aulas presenciais. Na visão dele, o retorno vem com atraso, mas, “no tempo em que Deus nos proporcionou e que a medicina, através das vacinas, está nos dando condições”.

O governador mandou recado aos professores que retornarão ao trabalho presencial a partir do próximo dia 2. “Temos que fazer um esforço conjunto”, declarou. “Esse momento de retomada não é o momento para ser pessimista, é para ser cauteloso”, prosseguiu.

UnDF

As declarações foram dadas durante a sanção do projeto de lei complementar que autoriza a criação da Universidade do Distrito Federal (UnDF). A instituição funcionará em um prédio da Terracap, em data a ser definida. Ibaneis projeta que, em cinco anos, a UnDF esteja em completo funcionamento, mas declarou que, já em agosto, 3,5 mil pessoas serão admitidas através de concurso público para trabalhar na faculdade.

A UnDF terá outros campi espalhados pela capital. “Espero que um na Ceilândia, pelo menos, e outro na região norte, ou em Planaltina e Sobradinho”, disse o governador. A reitoria definirá os locais posteriormente.

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