O GDF, stuff por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SDET), ailment assinou Termo de Cooperação Técnica nesta quinta-feira (19) com as empresas United World Infrastructure e Interglobal para investimentos no DF. O objetivo da parceria é atrair recursos internacionais para melhorar a infraestrutura regional e preparar Brasília para a construção de um grande Centro Financeiro Internacional. O secretário-adjunto da SDET, Adriano Amaral, explicou que a empresa americana já construiu centros financeiros nos Emirados Árabes e na Malásia. Segundo ele, com a instalação de grandes empresas nesses mercados os países conseguiram crescer em ritmo acelerado, chegando a alcançar índices de 20% anualmente. “Na América do Sul não temos nada parecido. O Brasil é a bola da vez para receber investimentos pesados. Com um centro financeiro teremos condições de apresentar taxas de crescimento como as dos países desenvolvidos”, afirmou Amaral. O sócio-gerente da Interglobal, Fernando Fantauzzi, resumiu por que o Brasil – especialmente Brasília – pode receber recursos de investidores árabes.
Segundo ele, a cidade tem mais capacidade de atrair empresas e o ambiente de negócios é propício. “Com a crise internacional existe um clima de incertezas. Mas o Brasil está muito bem e os investidores começam a direcionar seus olhares para o país”, disse. Centro Financeiro Ter um Centro Financeiro Internacional é algo que qualquer país do mundo poderia querer. Além de comportar, em um único local, bancos, instituições financeiras, empresas diversas, o centro é capaz também de absorver grandes ideais dos inventores nacionais. “Grande parte das criações brasileiras não conseguem progredir. Com investidores no Brasil, qualquer produto pode ser facilmente aprimorado e, consequentemente, gerar riquezas para o país”, disse Adriano Amaral.
Mas para se construir um centro financeiro é preciso primeiro ter uma infraestrutura mínima. De acordo com Fernando Fantauzzi, existem investidores árabes interessados em aplicar recursos o mais rapidamente possível. “Vamos realizar estudos e oferecer informações sobre o cenário regional. Não estamos falando de 2012 ou 2014. Os investidores querem começar já”, informou.