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Brasília

GDF levou o Plano de acolhimento a pessoas em situação de rua para 16 pontos do Plano Piloto

Os servidores revisitaram pontos da Feira da Torre de TV, da Via L4 Leste, da Vila Planalto, do Eixo Monumental e das quadras 601, 115, 313/314 e 315/316 da Asa Norte

Redação Jornal de Brasília

10/07/2024 19h21

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Foto: Tony Oliveira

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua, coordenado pela Casa Civil e empregado pelo Governo do Distrito Federal (GDF) já percorreu 16 pontos estratégicos do Plano Piloto. De segunda até esta quarta-feira (10), as equipes ofereceram serviços nas áreas de saúde, qualificação e emprego, moradia e acolhimento aos cidadãos encontrados.

Nos três dias, 29 pessoas, entre homens, mulheres e crianças foram atendidas. A remoção de sete caminhões de entulho, o recolhimento de 11 estruturas de lona e madeira, o encaminhamento de três cachorros para abrigo especializado e uma notificação sobre materiais recicláveis também foram feitos. Os servidores revisitaram pontos da Feira da Torre de TV, da Via L4 Leste, da Vila Planalto, do Eixo Monumental e das quadras 601, 115, 313/314 e 315/316 da Asa Norte.

A ação coordenada envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes), Saúde (SES), Educação (SEE), Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Segurança Pública (SSP), Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e Justiça e Cidadania (Sejus), além de Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab), Detran, polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar.

Acolhimento

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua é referência para o país, já que o GDF foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública depois da suspensão pelo Supremo Tribunal Federal no ano passado das ações de abordagens da população de rua.

Durante as abordagens, a população em situação de rua é informada sobre serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, incluindo vagas em abrigos

Durante as abordagens, o GDF oferece aos moradores em situação de rua serviços de saúde, educação, assistência social – vagas em abrigos –, orientação sobre tratamento a animais domésticos, benefícios – a exemplo do deslocamento interestadual e benefício excepcional no valor de R$ 600 para quem não consegue arcar com aluguel – e políticas públicas, como vagas no programa de qualificação profissional RenovaDF e cadastramento para unidades habitacionais.

O plano começou a entrar em ação após uma fase de teste, em maio, quando o GDF fez ações na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos.

Política pública

Em 27 de maio, o GDF deu mais um passo para a implementação de políticas públicas de atendimento e inclusão social dos cidadãos em vulnerabilidade, com a oficialização do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. A concretização do protocolo se deu com a assinatura do governador Ibaneis Rocha do acordo de cooperação técnica que incentiva o desenvolvimento e monitora as ações para as pessoas em situação de rua, e do decreto que regulamenta a reserva mínima, para este público, de 2% das vagas de trabalho em serviços e obras públicas.

*Com informações da Agência Brasília

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