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Brasília

Fiéis antecipam pagamento de promessas no Morro da Capelinha. Hoje, tem a Via-Sacra

Arquivo Geral

06/04/2012 7h16

Bruna Sensêve
bruna.senseve@jornaldebrasilia.com.br

Está tudo pronto para a mais tradicional Via-Sacra do Distrito Federal. O Morro da Capelinha, em Planaltina, deverá receber hoje cerca de 150 mil pessoas que irão acompanhar emocionadas, a partir das 15h, a morte e ressurreição de Cristo. Alguns fiéis, porém, resolveram se antecipar e estiveram ontem no local para orar e, em muitos casos, pagar suas promessas.

É o caso da família Gonçalves, cujo local, além de toda a religiosidade e energia, desperta boas e emocionantes lembranças. Reunidos na manhã de ontem na última estação, onde acontece a crucificação de Cristo, o casal Ariovaldo e Cleudia Gonçalves relembrou a história que os uniu, na mesma data, há 21 anos.

 

Cleudia, hoje com 39 anos, participava das encenações desde adolescente, motivada por uma primeira apresentação que assistiu com os pais quando criança. Ao seu lado, o irmão mais novo, David Martins, 22 anos, também tomou gosto pelas representações e juntos interpretaram os mais diferentes papéis por 12 anos. Em 1991, Ariovaldo, ainda um recruta do Corpo de Bombeiros, pela primeira vez trabalhava na Via-Sacra de Planaltina. Naquele ano, os dois se conheceram no fim do espetáculo.

 

Casaram-se algum tempo depois e há cinco anos Geovanna chegou para aumentar a família. Hoje, Luiz Eduardo é o membro mais novo, com 11 meses. O retorno ao local onde toda a história começou foi emocionante. Ariovaldo nunca esteve no Morro da Capelinha como  visitante. “Sempre vinha para trabalhar e prestar atenção na segurança e bem-estar dos outros. É muito bom lembrar de tudo com a vista daqui de cima”, conta.

Leia mais na edição desta sexta-feira (6) do Jornal de Brasília.

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