Bruna Sensêve
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O brasiliense só deve começar a sentir melhoras no fornecimento de energia a partir de julho deste ano. Até lá, está prevista a inauguração de três subestações de fornecimento em diferentes localidades do Distrito Federal, além da compra de mais uma subestação móvel e dois transformadores móveis. Há 15 dias começou a funcionar a primeira subestação móvel, mas ela fica em atividade só para substituir a fixa, existente em Taguatinga, que passa por reformas. A Companhia Energética de Brasília (CEB) se diz ciente da imagem da empresa frente aos constantes desligamentos.
“A CEB foi absolutamente sucateada nos últimos anos. Tentaram destruí-la com o objetivo de privatizar a empresa e não foi feito investimento em distribuição. É uma empresa deficitária com prejuízo gigantesco de R$ 32 milhões, em 2010”, disse ontem o governador Agnelo Queiroz durante a inauguração da subestação móvel em Taguatinga.
Agnelo afirma que deverão ser feitos investimentos crescentes na empresa. Já foram aplicados R$ 130 milhões e, posteriormente, um plano em discussão com a Eletrobrás deverá trazer mais R$ 107 milhões em investimentos.
Um empréstimo com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) também está em negociação. Segundo o governador, esta seria uma ação importante para equilibrar as contas, possibilitando um pagamento menor dos juros atuais da enorme dívida da empresa.
A subestação móvel inaugurada tem a função primordial de abastecer temporariamente locais que sofreram o desligamento e precisam ser reparados, podendo trocar de pontos de acordo com a necessidade.
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