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Brasília

Escola discute infecção por bactéria Streptococcus pyogenes

Arquivo Geral

06/11/2011 7h38

Gabriela Coelho
gabriela.coelho@jornaldebrasilia.com.br

Após a morte da aluna Fernanda Pires, de dez anos, que foi infectada pela bactéria Streptococcus pyogenes, e da suspeita de que mais um estudante tenha sido contaminado, o Colégio Marista realizou ontem uma reunião com os pais e alunos com o objetivo de suavizar o clima de medo nos corredores da instituição.

Para compor a reunião, o médico sanitarista da Vigilância Epidemiológica da Secretária de Saúde, Roberto Dusi, e Maria Aparecida dos Santos Teixeira, médica coordenadora do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Lúcia, deram orientações aos pais.

Dusi afirma que a doença não é um fato corriqueiro e que atinge uma pessoa a cada 100 mil. “É um fato novo, mas é bom lembrar que ela não está atuando em um só lugar. Está generalizando e atuando com outras doenças, como hantavirose e leptospirose”, alerta.

Leia mais na edição impressa deste domingo (06) do Jornal de Brasília.

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