Gabriela Coelho
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Após a morte da aluna Fernanda Pires, de dez anos, que foi infectada pela bactéria Streptococcus pyogenes, e da suspeita de que mais um estudante tenha sido contaminado, o Colégio Marista realizou ontem uma reunião com os pais e alunos com o objetivo de suavizar o clima de medo nos corredores da instituição.
Para compor a reunião, o médico sanitarista da Vigilância Epidemiológica da Secretária de Saúde, Roberto Dusi, e Maria Aparecida dos Santos Teixeira, médica coordenadora do Núcleo de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Santa Lúcia, deram orientações aos pais.
Dusi afirma que a doença não é um fato corriqueiro e que atinge uma pessoa a cada 100 mil. “É um fato novo, mas é bom lembrar que ela não está atuando em um só lugar. Está generalizando e atuando com outras doenças, como hantavirose e leptospirose”, alerta.
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