Da Redação
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Um passado de limitações e descrenças, mas nada que um grande amigo, de quatro patas e muita motivação, não pudesse ajudar. Aos seis anos de idade, André Luiz dos Santos começou a praticar a equoterapia. O método terapêutico, que é aplicado em alguns centros de Brasília desde 1989, é um trabalho interdisciplinar que aposta na interação entre pessoa e cavalo para melhorar a qualidade de vida dos portadores de necessidades especiais.
Para André, a indicação da prática ocorreu porque ele sofria com uma paralisia facial, mais conhecida como síndrome de moebius. Atualmente, ele tem 20 anos e o tempo que teve de tratamento ajudou a melhorar a autoestima e desenvolver habilidades.
No caso de André, a primeira preocupação era fazer com que ele interagisse e começasse a falar. A dona de casa Ermínia dos Santos Fonseca, mãe do paciente, conta que o filho era introvertido e muito dependente dela. “Ele não fazia praticamente nada sem mim. Era dependente, nervoso e não falava”. Foi em 1996 que esta história começou a mudar. Ermínia procurou o Centro de Equeterapia da PMDF, onde deu início ao tratamento do filho.