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Brasília

Enquete mostra que 30% dos condutores do DF já se envolveram em brigas

Arquivo Geral

17/01/2012 7h12

 

 

Camila Costa
camila.costa@jornaldebrasilia.com.br

 

Trinta por cento dos motoristas do Distrito Federal admitem já ter, pelo menos uma vez na vida, brigado no trânsito. O dado é  de uma pesquisa do portal www.clicabrasilia.com.br, do grupo Jornal de Brasília. A vida atribulada de grande parte da população tem deixado esses motoristas, que enfrentam longos engarrafamentos e a rotina movimentada do trânsito, praticamente à beira de um ataque de nervos.

 

 

Basta passar alguns minutos pelo trânsito do Distrito Federal para observar trocas de ofensas, como xingamentos e gestos obscenos, e, em alguns casos, o nível de estresse chega a proporcionar agressões físicas. No último domingo, uma briga de trânsito terminou em morte. De acordo com dados da Vara de Trânsito de Brasília, mais de 800 processos sobre delitos de trânsito transitavam no Tribunal de Justiça do Distrito Federal até dezembro de 2011.

 

Resultado

 

O acidente que resultou em briga e na morte de um homem de 32 anos, no domingo de madrugada, em Vicente Pires, ainda deixou um outro rapaz, irmão da vítima, ferido. Um sargento da Polícia Militar Ambiental do DF confessou ter baleado os dois homens, em legítima defesa, depois que o veículo, um Polo, colidiu na traseira do carro que dirigia, um Opala. Pelo menos cinco disparos teriam sido efetuados. Três deles acertaram o motorista do Polo e outro atingiu fatalmente seu irmão.

 

 

A farmacêutica Gabriela Locatelli, de 24 anos, conta que quase foi agredida, depois que o motorista de uma van escolar bateu em um motociclista. Mesmo não tendo participado do acidente, Gabriela conta que o motorista quis culpá-la da situação. “Eu estava em um retorno que muitos motoristas que vêm da direção contrária usam para cortar o caminho,  fazer um gato. No entanto, mesmo vendo que não dava para passar, o motorista da van preferiu entrar pela contramão, no posto de gasolina, e bateu em uma moto”, explica.

 

Leia mais na edição desta terça-feira (17) do Jornal de Brasília.

 

 

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