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Brasília

Embaixada da Tailândia entrega doações para pacientes no Hospital de Base

Entrega de itens de higiene simboliza parceria humanitária e reforça o acolhimento a pacientes em tratamento contra o câncer no DF

Redação Jornal de Brasília

21/08/2025 17h40

Foto: Alberto Ruy/IgesDF

Foto: Alberto Ruy/IgesDF

Na manhã desta quinta-feira (21), representantes da Embaixada da Tailândia visitaram a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, voluntariado que atua no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Mais do que uma ação diplomática, o encontro simbolizou a união de culturas e instituições em torno de um mesmo propósito: oferecer acolhimento e dignidade a pacientes em tratamento contra o câncer.

A embaixada entregou 50 pares de chinelos, 30 toalhas, 72 escovas de dente e 96 desodorantes, doações que ajudam a amenizar o dia a dia de quem enfrenta a rotina hospitalar. Para a gestora da Rede Feminina, Larissa Bezerra, a iniciativa vai além da entrega de itens básicos.

“Para muitas das pessoas que atendemos diariamente, um gesto de afeto como esse pode se tornar um combustível essencial na jornada de superação. É exatamente esse o elo que fortalece a parceria entre a Rede Feminina, o HBDF e a Embaixada da Tailândia”, destacou.

A embaixadora Kundhinee Aksornwong ressaltou que a ação integra as comemorações do mês das mães na Tailândia, celebrado em agosto em homenagem à rainha-mãe Sirikit.

“É uma honra contribuir para o trabalho da Rede Feminina, que faz tanta diferença na vida das pessoas em tratamento. Acreditamos que essa solenidade marca o início de uma aliança a ser desenvolvida com cada vez mais profundidade no futuro”, afirmou.

A gerente multiprofissional do Hospital de Base, Niedja Bartira, também ressaltou o impacto da parceria. “Com o apoio de ações como essa, nós conseguimos ampliar o alcance da nossa missão de cuidar de vidas com qualidade e humanidade. Toda ajuda é sempre muito bem-vinda”, disse.

Entre os presentes estava Rita de Cássia, voluntária da Rede Feminina e paciente do hospital, que relatou como doações desse tipo fazem diferença. “A gente sente o carinho e percebe que não está sozinha. Falo como paciente: já fui beneficiada e sei o quanto cada doação é importante. São gestos assim que nos lembram que não estamos sozinhos nessa caminhada”, afirmou.

Com informações do IgesDF

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