Bruna Torres, Marina Marquez, Sionei Leão e
Carla Rodrigues
redacao@jornaldebrasilia.com.br
Está liberado o transporte pirata no Distrito Federal durante os dias de greve dos rodoviários. Essa foi a alternativa encontrada pelo Governo do Distrito Federal para diminuir um pouco o transtorno para os passageiros que estão sem transporte público. A decisão e a quantidade de carros de passeio, vans e ônibus “irregulares” não diminuiu, no entanto, a dificuldade dos moradores do DF para se locomover no dia de ontem, até porque muitos cobravam o dobro da passagem normal. O metrô registrou aumento de cerca de 40% no número de passageiros, os táxis rodaram mais do que em um dia normal de serviço, as lotações invadiram as ruas, mas ainda assim a maioria dos trabalhadores que conseguiu chegar ao trabalho, estava atrasada.
A decisão de greve total dos rodoviários contraria a determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT) que estabelece o mínimo de 60% da frota nas ruas. A liminar continua valendo sob pena de multa diária de R$ 100 mil. “Poucos rodoviários foram trabalhar e os que foram ficaram com medo de agressões e acabaram não saindo das garagens. E assim continua enquanto não tivermos uma posição concreta de negociação”, afirma o presidente do Sindicato dos Rodoviários, João Osório, que se reunirá com a categoria em assembleia amanhã, às 17h.
Leia mais na edição desta terça-feira (22) do Jornal de Brasília.