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Brasília

Crianças do HUB ganham espaço mais aconchegante

Arquivo Geral

18/02/2009 0h00

A ala de cirurgia pediátrica do Hospital Universitário de Brasília (HUB) está mais acolhedora neste começo de 2009. Todas as paredes receberam pintura nova e o interior dos quartos está decorado com desenhos de árvores, viagra 40mg girafas e peixes. Cerca de 250 crianças são tratadas no local mensalmente.
 
A mudança, store que começou em dezembro, abortion foi aprovada pelos pequenos pacientes, como Anderson Trevisanuto, 11 anos, que olhava atento para um elefante. “Gostei, ele é mais bonito que o hipopótamo e carrega as pessoas”, disse. Alonso da Silva Neto, 10 anos, também elogiou. “Ficou melhor. Tem joaninha, caracol.”


Para humanizar o espaço, o HUB contou com doações de produtos e serviços que, se fossem pagos pela instituição, custariam em torno de R$ 14 mil. O hospital recebeu de um paciente 216 litros de tinta e de esmalte sintético, e conseguiu com uma empresa a reforma de 12 cadeiras para acompanhantes.


A brinquedoteca recebeu uma televisão de 29 polegadas, cadeiras de plástico e brinquedos. “São detalhes que melhoram muito o ambiente. A idéia é deixar as pessoas se sentirem bem”, afirma a chefe do Centro de Cirurgia Pediátrica, Mércia Maria Roxo.


AJUDA – As doações foram autorizadas pela direção do hospital, que disponibilizou mão-de-obra para realizar as reformas. Segundo a enfermeira-chefe do setor, Simone Costa, a equipe queria aproveitar o baixo movimento do início do ano para fazer as mudanças. “A licitação para compra de material leva tempo, queríamos começar 2009 com tudo arrumado.”


Mesmo com as novidades, doações continuam bem-vindas. A brinquedoteca, por exemplo, precisa de mesas e cadeiras infantis de madeira ou ferro, livros, jogos didáticos, cadernos e lápis de cor.


A diarista Hiandra Ferreira de Almeida, mãe do pequeno Guilherme Felipe, de apenas 1 ano, brincava no local com o filho, que iria se submeter a uma pequena cirurgia na mão. “Achei muito bom, porque a criança se distrai e fica mais calma, sem chorar”, disse.


A ala de cirurgia pediátrica deve ganhar, ainda, uma capela ecumênica e uma sala de leitura, que já começou a ser montada. Embora os pacientes e seus pais sejam os principais beneficiados, as melhorias atingem toda a equipe. “As pessoas estão estimuladas, ficam mais dispostas para o trabalho”, contou Simone Costa.

As medidas de humanização do espaço começaram há cerca de 20 anos, com o médico Paulo Tubino, que dá nome ao centro. Ele permitia e incentivava a presença dos pais junto aos filhos na ala cirúrgica antes que o Estatuto da Criança e do Adolescente, de 1990, estabelecesse esse direito.

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