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Brasília

Comoção no enterro de técnico penitenciário assassinado

Arquivo Geral

10/07/2010 15h54

Carlos Carone
carone@jornaldebrasilia.com.br

 

Ao som de sirenes de viaturas policiais, o corpo do técnico penitenciário Edilson Pereira Ramalho, 34 anos, assassinado na noite de quinta-feira, foi enterrado, nete sábado pela manha, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Pelos menos 500 pessoas, entre amigos familiares e muitos colegas de trabalho acompanharam o enterro e o velório do servidor.

 

O clima era de revolta entre os companheiros de trabalho, que convivem diariamente com a realidade violenta do sistema prisional. “Sabemos que existe o perigo de encontrar algum criminoso na rua e ele reconheça a nossa cara. No entanto, ao que parece, a Morte do Edilson não foi premeditado ou motivado por vingança”, disse um dos companheiros da vítima que trabalha no Complexo Penitenciário da Papuda.

 

Acompanhando o cortejo centenas de agentes penitenciários e da Polícia Civil lamentaram a morte do colega. “era um grande amigo e um excelente servidor”, disse João Paulo Souza que também trabalha no sistema penitenciário do DF. O sepultamento foi cercado de muita emoção e homenagens. Um pelotão fúnebre formado por agentes armados da Gerência de Policiamento de Operações Especiais (GPOE) deram três salvas de tiros durante o enterro do técnico penitenciário.

 

Leia a matéria completa na edição deste domingo (11) do Jornal de Brasília

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