Da Redação
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Uma área verde de cerca de 420 hectares, muitas opções de lazer, uma localização privilegiada e aberta à comunidade. Com essas características, o Parque da Cidade conquistou o coração dos brasilienses e de comerciantes, que viram ali uma oportunidade de renda e de oferecer ainda mais qualidade de vida aos usuários. No entanto, faltam condições para que os pequenos empresários ampliem seus serviços. De olho na Copa de 2014, eles pedem socorro.
Algumas atividades existem há pelo menos 20 anos e funcionam até hoje da mesma forma como começaram. “A Copa do Mundo está chegando, estamos ao lado dos hotéis e praticamente em frente ao Estádio Nacional”, afirma o comerciante João Jorge Cavalcante, que tem uma tenda onde vende frutas, energéticos e outros produtos.
Segundo Jorge, é necessário investir para poder atender melhor, e assim, ampliar o negócio. Com as vendas que faz no parque, ele ganha, em média, R$ 2 mil por mês. O comerciante acredita que com a Copa esse lucro possa aumentar significativamente.
Jota Zatopek, proprietário de uma tenda de massagem, diz que faltam ação e apoio “Nunca mudou aqui porque a administração do parque e o GDF não deixam. Queremos ampliar, ter luz, água e um espaço físico para melhor atender os clientes”, afirma. Ele explica, ainda, que não trabalham ali de forma irregular, pois todos são permissionários.
“Desde que começamos a trabalhar aqui é assim, tenda sem água, sem luz e sem um espaço físico para atender o usuário do parque com qualidade”, afirma o massoterapeuta Arenor Alves do Santos.
Quem usa o parque concorda que deve haver investimento para melhorar os serviços.Para o administrador de empresas Vander Magalhães, as atividades dos comerciantes agregam mais qualidade ao parque. “Venho duas vezes por semana e sempre uso o serviço de massagem, compro água de coco e outros produtos. Se não fossem eles, aqui seria cheio de ambulantes.”
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