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Brasília

Colônias de férias são opções para crianças que moram no DF

Arquivo Geral

10/01/2012 7h25

Gabriela Coelho
gabriela.coelho@jornaldebrasilia.com.br

 

 

As férias são um momento para os pequenos curtirem muito. No entanto, muitos pais não ficam em tranquilidade porque não têm com quem deixar os filhos. Eles trabalham fora e não têm uma pessoa de confiança para cuidar das crianças. Nessa época, existe a possibilidade de as crianças fazerem atividades recreativas em clubes, condomínios, parques, escolas e academias. Para a alegria de crianças e pré-adolescentes, essas são as colônias de férias.

 

 

Para a pedagoga Carina Ottoni, as colônias são essenciais na formação dos pequenos. ”As crianças que participam de colônias de férias conseguem socializar mais e, desta maneira, desenvolvem sua independência e autonomia. Além disso, com as atividades propostas, elas aprendem brincando por meio das regras as ações que devem, ou não, realizar”, explica. Segundo Carina, atualmente, a tecnologia domina as horas livres das crianças e a colônia de férias é uma ótima oportunidade de interagir, se movimentar e se exercitar. “É interessante estimular a criança a conviver, conversar, resolver suas ‘intrigas’, pois a vida irá cobrar isso mais tarde e se ela não ter essas oportunidades agora, fará falta mais para frente. Interagir é necessário”, diz.

 

 

O servidor público Leonardo Rocha, 38 anos, pai da pequena Line Iana Rocha, de oito anos, acredita que a colônia é um atrativo. ”Em casa, a criança fica sem o que fazer e, muitas vezes, pode até fazer algo errado com a mente vazia. Acredito que as crianças de hoje são muito sozinhas, não têm amigos. Estão sempre em computador, televisão e videogame. Não têm aquela sensação boa de fazer outros tipos de brincadeira”, diz.

 

 

Line Iana gosta de frequentar a colônia de férias. “Acho muito legal vir para cá. Faço tudo que eu gosto: vou pra piscina, assisto filme no cinema, jogo boliche, vejo os animais do zoológico, os cavalos da polícia e conheço muita gente. Desde os três anos eu venho brincar nas férias e quero ficar aqui até a idade que puder. Acho melhor do que ficar em casa vendo televisão. Até gosto, mas aqui eu brinco tanto, converso com minhas amigas, que nem tenho tempo de ficar no computador ”, diz.

 

Leia mais na edição impressa desta terça-feira (10) do Jornal de Brasília.

 

 

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