* Com informações da repórter Ana Paula Andreolla
O pedido de Habeas Corpus, entregue pelo advogado de Leonardo Gonçalves, para que ele fosse liberado ainda hoje, foi recusado por volta das 15h20 desta quinta-feira (10). O pedido sugeria que Leonardo saísse da prisão, onde permanece desde novembro do ano passado.
Com a decisão, esta foi a terceira vez que o pedido de Habeas Corpus foi negado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). Sendo a primeira, contra a prisão preventiva; a segunda, contra a prisão temporária; e a terceira, contra o excesso de prazo por prisão temporária.
O primeiro a depor, por volta das 11h40, foi Luis Julião Ribeiro, ex-coordenador da Corvida. Entre as próximas testemunhas, também deverão ser ouvidas uma perita e também a filha de Leonardo. O caso ainda pode ser recorrido no Superior Tribunal de Justiça.
A audiência do caso da 113 Sul recomeçou por volta das 11h40 desta quinta na sede do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Hoje é o último dia em que os juízes ouvirão as testemunhas. A arquiteta Adriana Villela, filha do casal assassinado, não compareceu ao TJDF para acompanhar a sessão e está sendo representada pelos advogados.
Questionado pelo promotor Mauricio Miranda, Julião descreveu o comportamento atípico que Adriana Villela teve quando foram encontrados os corpos do casal Villela, chegando ao local do crime duas horas depois do ocorrido. Por esse motivo, Adriana passou a ser uma das suspeitas do crime.
Ao todo, 50 testemunhas foram convocadas nos três dias de audiência.
Os assassinatos do ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) José Guilherme Villela, de sua esposa, Maria Carvalho Mendes Villela, e da empregada da família, Francisca Nascimento da Silva ocorreu em agosto de 2009. Eles foram assassinados a facadas no apartamento do casal, na 113 Sul.
Acompanhe a cobertura do portal ClicaBrasília ao longo desta quinta-feira (10).