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Campanha Caneta da Saúde traz conscientização sobre uso de insulina

A campanha terá início na UBS 4 de Ceilândia, nesta terça terça-feira (5). Já na quarta-feira (6), será na UBS 7 de Ceilândia

Foto: Agência Brasília

Nesta terça (5) e quarta-feiras (6) será realizada a Campanha Caneta da Saúde, com o objetivo de mostrar como a diabéticos poderão tornar a rotina de controle da glicemia mais fácil, segura e prática ao utilizar caneta com dosagem de insulina.

A campanha terá início na Unidade Básica de Saúde (UBS) 4 de Ceilândia, nesta terça terça-feira (5). Já na quarta-feira (6), será na UBS 7 de Ceilândia. Nas duas, o horário será de 9h às 17h.

Haverá divulgação de informações com a finalidade de sensibilizar a população sobre as vantagens do uso da caneta de insulina em relação aos frascos.

Promovida pela Secretaria de Saúde em parceria com o laboratório Novo Nordisk, fabricante do medicamento, a ação educativa vai contar com carretas para a divulgação.

Estima-se que, hoje, 100 mil pessoas tenham diabetes no Distrito Federal. Dessas, cerca de 30% utilizam insulinas.

Na rede pública de saúde do DF, as insulinas humanas NPH e Regular são disponibilizadas nas UBSs e fornecidas pelo Ministério da Saúde.

O medicamento é distribuído em frasco para uso em seringas e em canetas aplicadoras preenchidas para crianças e jovens menores de 18 anos e maiores de 45 anos com diabetes mellitus dos tipos 1 e 2.

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“Canetas aplicadoras representam evolução no processo de aplicação de insulinas. Com isso, além do conforto para chegar na dose precisa – apenas girando e encontrando o número, sem precisar contar tracinhos como nas seringas –, isso traz segurança também”, explica a Referência Técnica Distrital (RTD) de Endocrinologia, Eliziane Brandão.

Ela lembra que o uso da caneta aumenta a adesão ao tratamento, pois são mais fáceis e práticas de o paciente carregar com ele para aplicar na hora do almoço, por exemplo.

Diabetes

A principal diferença entre o diabetes mellitus tipo 1 e o diabetes mellitus tipo 2 é que o tipo 1 é uma doença autoimune que faz com o que pâncreas pare de produzir insulina definitivamente.

No tipo 2, o pâncreas ainda produz insulina, porém, além de ser insuficiente, ela não pode ser plenamente metabolizada pelo organismo em decorrência da resistência à insulina que ocorre nos órgãos e músculos.

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Assim, a pessoa com diabetes tipo 2 após alguns anos usando comprimidos, também vai precisar completar o tratamento aplicando insulina uma ou mais vezes ao dia.

Com informações da Secretaria de Saúde








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