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Brasília

Banheiros e bebedouros que estavam paralisados voltam a funcionar na UnB

Arquivo Geral

05/01/2012 20h34

 

 

 

Banheiros e bebedouros de parte do Instituto Central de Ciências (ICC) da Universidade de Brasília voltaram a funcionar. O cano estourado que causou a interrupção do fornecimento de água durante uma semana foi consertado na manhã desta quinta-feira (5).

 

 

Identificado no último dia 29, o problema não pode ser resolvido imediatamente porque a área onde o cano está instalado foi apontada por equipes da Coordenadoria de Engenharia de Segurança do Trabalho da UnB (CEST) e da empresa Planalto como insegura aos trabalhadores que executariam o serviço. “A atmosfera não se encontra com potencial nocivo como anteriormente a gente relatou”, atestou Thiago Antonio De Mello, coordenador da CEST. “Hoje não haveria necessidade de entrar com equipamento de adução de ar. Isso simplificou o trabalho e agilizou a troca”, explicou.

 

O cano está instalado em uma galeria subterrânea do ICC e o fornecimento de água teve de ser interrompido para conter o vazamento. As unidades acadêmicas entre as vigas 183 e 297 do bloco B do ICC ficaram prejudicadas. “Já está tudo normal de novo, embora não tenhamos recebido um grande número de reclamações, já que está tendo muito pouca atividade que demande água na região”, disse o prefeito dos campi, Francisco Cassiano Sobrinho. “O maior problema seria na Odontoclínica, mas as atividades estavam paradas por causa do recesso”, emendou.

 

Treze metros de tubos de ferro antigos foram substituídos por canos de PVC. O ICC tem mais de 2 mil metros de canos por onde passa a água potável. A maior parte da tubulação ainda é de ferro e data da construção do prédio nos anos 1960. Os canos de água potável ficam em uma galeria no subsolo do Minhocão e convivem com os dutos de esgoto e com fiação da rede elétrica. “A gente espera que não rompa mais, mas essa possibilidade sempre existe porque a rede é muito antiga”, comentou o prefeito. “É como de estivéssemos tratando de um doente”, comparou.

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