Luís Augusto Gomes
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Comerciantes, clientes e funcionários que trabalham na entrequadra 107/108 Norte estão assustados com a falta de segurança na comercial. Uma mulher, acompanhada da filha, sofreu tentativa de assalto, em plena tarde de segunda-feira. Nem mesmo a grande movimentação de pessoas inibiu a ação de quadrilha formada por dois homens e duas mulheres. Há cinco meses uma estudante foi pega quando fazia caminhada nas proximidades e estuprada.
A vítima mais recente estacionou o carro por volta das 16h30. Ao descer, foi surpreendida por um dos ladrões. Armado com um revólver, ele anunciou o assalto e segurou a alça da bolsa da mulher. Ela teria tido a pior atitude diante de um bandido armado: reagiu. Entrou em luta corporal com o criminoso. Chegou a cair ao chão e teve ferimentos leves. Gritou por socorro. O delinquente teria encostado o revólver na cabeça dela e apertado o gatilho. Felizmente, o revólver não disparou.
Os gritos chamaram a atenção de comerciantes, clientes e funcionários. Todos ficaram em pânico sem poder ajudar a vítima, que continuava gritando, enquanto a filha estava paralisada ao ver a mãe deitada no chão, lutando com o homem. A ação foi rápida para quem assistia, mas longa para a mulher.
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