Amanda Costa
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O governador Agnelo Queiroz estuda reeditar a extinta Casa Civil, conforme adiantou a coluna Do Alto da Torre, na edição deste sábado (14) do Jornal de Brasília. Outra opção estudada pelo Palácio do Buriti seria criar um núcleo dentro do gabinete do governador voltado exclusivamente para a gestão pública. Hoje, a Secretaria de Governo, chefiada por Paulo Tadeu, concentra duas tarefas: a relação do GDF com a Câmara Legislativa, com administrações regionais e órgãos de controle, além do desenvolvimento de funções administrativas.
O presidente do PT-DF, deputado federal Policarpo, que já havia se pronunciado contrário à extinção da Casa Civil, afirmou que o governador ainda não bateu o martelo sobre um possível retorno da pasta e que, por enquanto, trata-se apenas de uma possibilidade.
Em conversas com Agnelo, antes que a unificação das pastas fosse feita, Policarpo até tentou demover o governador da ideia, ponderando que “a experiência de concentração de poder não seria boa”. Contudo, ele foi voto vencido.
A Casa Civil foi extinta em maio do ano passado, entre outros motivos por conta de conflitos com a Secretaria de Governo. O ato foi seguido de protestos de integrantes do governo, que se queixaram da centralização de poderes em Paulo Tadeu, já que todas as funções da pasta foram abarcadas pela Secretaria de Governo.
funções importantes
Na época, o secretário recusou o título de “o todo-poderoso” e ponderou que a junção das pastas iria aprimorar a gestão pública. A justificativa do governador também foi o aperfeiçoamento da administração. Segundo Agnelo Queiroz, a redução da estrutura da chamada “assessoria do governador” iria dar mais agilidade, operacionalidade e eficiência ao seu governo.
Leia mais na edição deste domingo (15) do Jornal de Brasília.